terça-feira, 13 de janeiro de 2015

SACRÁRIO - CAPELA DO SANTÍSSIMO - IGREJA N S DAS MERCÊS

O projeto da capela evoluiu e já tem o sacrário abençoado, faltando apenas as cadeiras e genuflexórios exclusivos.

Eis as fotos:












sábado, 8 de novembro de 2014

CAPELA SANTÍSSIMO - EVOLUÇÃO DA REFORMA

A seguir, vejam a sequência fotográfica com a evolução da reforma da capela do Santíssimo da igreja Nossa Senhora das Mercês em Guadalupe.

ANTES









DEPOIS


detalhe - arco pleno da entrada modificado

detalhe - arco pleno da parede do fundo modificado e com moldura

detalhe - cruz mercedária no teto em bandeja e luz indireta

detalhe - pedestal para o sacrário cristocêntrico

detalhe - iluminação para as cadeiras voltadas para o sacrário ao centro


detalhe - cruz mercedária iluminada

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

A PREFEITURA JÁ ESTÁ MULTANDO QUEM NÃO FEZ A AUTO VISTORIA PREDIAL.


FALE COM A RJV ENGENHARIA


(21)2294-5532 ou 99664-2278

Engenheira Regina Célia Vergueiro
Crea 1983102803

PROJETO N S DAS MERCÊS FOTOS

Eis as primeira fotos do trabalho realizado na capela Nossa Senhora das Mercês em Guadalupe, Rio de Janeiro.
pedestal do sacrário


capela reformada


detalhe do teto com a cruz mercedária


detalhe da cruz e iluminação no teto


PROJETO CAPELA DO SANTÍSSIMO N S DAS MERCÊS - GUADALUPE

Na Capela Nossa Senhora das Mercês em Guadalupe, no Rio de Janeiro está em execução um projeto de reforma artística e litúrgica.

Inspiração teológica:

"É para que sejamos homens livres que Cristo nos libertou. Ficai, portanto, firmes e não vos submetais outra vez ao jugo da escravidão." Gal 5,1

A capela do Santíssimo ganha um desenho cristocêntrico. O sacrário é deslocado para o centro da capela, sob um pedestal de pedra. Em torno do sacrário os bancos e os genuflexórios.
O Cristo eucarístico nas espécies conservadas e guardadas no tabernáculo é o centro para onde voltamos nossa adoração e louvor.
O sacrário traz os 4 evangelistas que ladeiam uma cruz grega, pois o Verbo encarnado é a Palavra viva do Pai.
A Boa nova no querigma da comunidade primitiva é: eis o Senhor de nossas vidas para quem voltamos nosso olhar em humilde adoração. Bendizemos o Amor que ama. Seguimos seus passos no discipulado cotidiano, e n'Ele encontramos descanso quando o trabalho nos esgota.
Na base do sacrário, será erguido um pedestal em pedra (mármore travertino romano) no qual serão esculpidas correntes quebradas estilizadas no entorno de toda a base.
Ali você vê e contempla o Cristo libertador. Ele nos liberta na Verdade.
A libertação dos cativos, espiritualidade mercedária, está ali presente. 
No fundo da capela sob um arco pleno está a cruz, caminho da verdadeira libertação e da liberdade dos filhos de Deus.
Os arcos plenos refeitos na entrada e no fundo da capela funcionam como abóbadas. São representação da plenitude das formas incriadas. São céu que nos protege.
No teto a cruz malta do escudo mercedário.
Iluminação feita em lâmpada par 30 em 6 pontos direcionados para os bancos.
Nas paredes laterais, futuramente colocaremos os ícones de São Pedro Nolasco e de N.S. das Mercês.
Os bancos e genuflexórios feitos em madeira nobre com os símbolos mercedários estilizados.
Francisco Miranda

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Atelier Hagia Sophia: AUTO VISTORIA PREDIAL

Atelier Hagia Sophia: AUTO VISTORIA PREDIAL: A PREFEITURA JÁ ESTÁ MULTANDO QUEM NÃO FEZ A AUTO VISTORIA PREDIAL. FALE COM A RJV ENGENHARIA (21)2294-5532 ou 99664-2278 Engenh...

AUTO VISTORIA PREDIAL

A PREFEITURA JÁ ESTÁ MULTANDO QUEM NÃO FEZ A AUTO VISTORIA PREDIAL.


FALE COM A RJV ENGENHARIA


(21)2294-5532 ou 99664-2278

Engenheira Regina Célia Vergueiro
Crea 1983102803

AUTO VISTORIA PREDIAL

O Atelier Hagia Sophia desde dezembro de 2013 tem nova parceira na execução de seus trabalhos.

A empresa de engenharia RJV, cuja engenheira responsável é Regina Célia Vergueiro.

A Prefeitura do Rio de Janeiro definiu novas regras para o controle do estado das construções prediais da cidade.

As intervenções feitas pelo Atelier em diferentes igrejas demonstraram que esse controle é essencial. A regra máxima de 'improvisar ao contrário de planejar e executar tecnicamente' define bem o modo como algumas reformas e novas construções são feitas.

O Atelier não concorda com essa prática, e acredita que planejar e executar uma obra deve sempre levar em considerar os critérios técnicos que a envolvem.

Francisco Miranda 

segunda-feira, 1 de abril de 2013

PROJETO ILUMINAÇÃO - LUSTRES

No projeto para a nova iluminação da igreja de São José Operário criei um lustre cujo modelo é exclusivo da igreja. A idéia era criar uma peça especial que usasse os mesmo princípios arquitetônicos encontrados no desenho da moderna igreja de São José.

Uma parte da indústria brasileira de luminárias, lustres e afins foi solapada pela invasão chinesa de importados. Os modelos que vêm de lá além de apresentarem baixa qualidade não se adequavam ao que o projeto de iluminação pedia.

A iluminação anterior era composta por calhas de luminárias simples com 4 lâmpadas fluorescentes branca/fria de 40w cada lâmpada e que ficavam penduradas por duas  linhas de correntes de ferro. Essa iluminação ja existia há cerca de 40 anos. Havia também luminárias laterais postas sobre as colunas da igreja com lâmpadas frias/branca também de 40w. A luz era toda direcionada para a assembléia e restava uma grande penumbra no teto da igreja.

A peça criada para ser um múltiplo com seis lustres (4 na nave central e 2 nas naves laterais) tem um formato simétrico retangular, e recebe em cada ponta um tubo retangular de vidro fosco (Luvidart) com 35cm de cumprimento, compondo 8 tubos com lâmpadas fluorecentes morna/amarelada de 90w. O total de luz emanda por cada lustre equivale a 720w.

A estrutura que sustenta os tubos é de metalon com pinutra especial.

As fotos abaixo mostram a execução do projeto de cada lustre, detelhes de parte dos lustres, e um modelo já suspenso iluminado ou não. Dá pra se ter uma idéia do que cada peça procura reproduzir como luz e arte.












segunda-feira, 25 de março de 2013

ARQUITETURA DA IGREJA SÃO JOSÉ OPERÁRIO - PRELIMINARES


A Semana da Arte Moderna de 1922, em São Paulo, introduziu o Brasil no movimento modernista.
Artistas, intelectuais, músicos, etc, assumiram os ideais modernistas ao romperem com os padrões chamados 'clássicos'.
Deste movimento nasceram todas as tendências artísticas que conhecemos hoje.
O cubismo e o concretismo são algumas delas.
A Igreja resistiu durante algum tempo às novidades artísticas do modernismo, mas logo sucumbiu à sua força teórica, e reproduziu em sua arquitetura e arte litúrgica ou religiosa os padrões desse novo movimento artístico e filosófico.
A igreja de São José Operário, com sua arquitetura magnífica, traz esses elementos, e, acredito, começa a romper com os padrões neoclássicos (tentativa de reação contra o modernismo) que existem em algumas igrejas no Rio construídas contemporaneamente à sua edificação.
Só para citar, por exemplo Santa Cecília (Bangu), N.S. da Conceição (Realengo), N. S da Paz (Ipanema), etc. Todas reeditaram linhas arquitetônicas do Românico e do Gótico, algumas até com arcobotantes (estruturas arquitetônicas com a função de sustentar as paredes das antigas igreja góticas na Europa), que são falsos e meramente estéticos.
A São José Operário é fruto, acredito, do período Getulista, do movimento operário nascente, da CLT, da ordem, da construção funcional (Bauhaus), dos conjuntos habitacionais para os operários. A região da Vila Nova era chamada de "a pequena Moscou".
Nas artes visuais estão Picasso, Mondrian, Portinari, etc. Eles todos imprimiram em suas esculturas e pinturas elementos modernistas, cores chapadas e formas geométricas simples (quadrados, losangos, círculos, etc). 

Parece-me, por isso, a razão da igreja ter as curvas perfeitas dos arcos ogivais que se formam no entrecruzamento dos arcos plenos de suas colunatas distintas, ao mesmo tempo e que tem formas absolutamente primárias e geometricamente perfeitas. Além disso a planta baixa segue o modelo da cruz romana. Os materiais usados já são novos para a época: blocos de vidro no vitrais das naves laterais e da fachada, cobogó de cimento armado no átrio de entrada e que ajuda a sustentar a laje também feita em concreto armado. A base de sua alvenaria é composta por blocos de concreto. Todos elementos e materiais novos da arquitetura moderna.
Nossa igreja é modernista, concretista e cubista. Pena que a pintura de São José foi extirpada.
O cartaz para o Jubileu traz um pouco disso tudo: formas geométricas simples (retângulos e quadrados), cores chapadas e quase primárias, fontes limpas para os textos e a nossa marca contemporânea.
As cores múltiplas vêm da curva da paleta de cores e representa cada pessoa que ajudou a construir a Igreja viva neste 50 anos.
As cores estão em retângulos sobrepostos, imagem da parede de uma construção, como se para edificar a Igreja ninguém devesse ser preterido. Todos são pedras ou tijolos fundamentais.
O arco ogival (curva típica da arquitetura gótica) e presente nas colunas da igreja, corta o cartaz de baixo para cima, como se, partindo da terra, onde vivem os crentes, ele levasse cada um até o céu.